sexta-feira, 16 de setembro de 2011

PRINCESINHA


Eu que te batizei com o manto rubro-negro, ou seja, te dei juízo desde o primeiro dia de vida... Participei na escolha do teu nome... Dei ainda a tua comida quando ninguém mais conseguiu driblar tua manha, através de forte pressão psicológica disfarçada no sorriso de fada-madrinha (come senão nunca mais tu vai ver sua mãe) te traumatizei ainda com discos-voadores (levou teu pai, Rayssinha)... Porém, nunca te fiz promessas sem cumprir! Parabéns pra mim... Enfim, minha pequena... Quando você crescer não lembrará de nada disso... Mas espero que lembre de mim, mesmo me vendo só algumas vezes por ano, e tomando a benção quando eu prometo de deixar jogar no notebook... Só porque sua mãe me deu o melhor presente que foi você como afilhada, a honra de ter sido minha irmã de criação pra poder me dar você como sobrinha e ainda a graça de ser minha tia pra que eu pudesse ainda te chamar de prima... Coisas que só existem na nossa família! Eu te amo, minha pequena irritante... Você alegra meus dias com sua existência, me faz a mais feliz das madrinhas com teu sorriso e tuas traquinagens, me provando que é uma criança saudável em meio a suas birras, mimos e adornos. Ser tia é isso...

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